Posts Tagged ‘dança do ventre’

Nosso espetáculo

junho 18, 2009

Ahlam

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Intensivos de inverno

junho 9, 2009

intensivos09

Nosso espetáculo: Ahlam

junho 8, 2009

Muita emoção na produção deste espetáculo!

O tema é o mundo dos sonhos: uma vezes tranqüilo e harmonioso, outras agitado, mas sempre rico em símbolos e imagens. Os sonhos podem rapidamente fugir de nossa memória, mas muitas vezes sonhamos lindas imagens que nos acompanharão por longo tempo…

Dia 27 de junho (sábado), às 20:00 no Teatro Ulysses Guimarães (UNIP).

Ingressos já disponíveis em nossa escola.

“De um sonho não se regressa de mãos vazias…”

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Uma festa especial

maio 24, 2009

Hafla foi o máximo! Casa cheia, pessoas bonitas e felizes, música boa e dança da melhor qualidade fizeram desta uma noite inesquecível.

Começamos a noite com som lounge, para ambientar.

1Depois, começaram as apresentações. Primeiro, as meninas do avançado, em grupo, com uma coreografia moderna. Em seguida, Luana dançou um saidi bem temperado.

2Seguida da Carol, aluna de avançado, que arrasou na percussão.

3Quando Ana Luiza começou seu número de tribal fusion, as pessoas ficaram primeiro maravilhadas pela exuberância dos adornos. Depois, contagiados pela energia que vinha do palco.

4Com o fim do primeiro bloco, a festa esquentou com as músicas para pista. Só seleção fina de bons djs e grupos inovadores que mesclam música árabe à batida eletrônica.

5O segundo bloco foi aberto por Carol Newman, que arrasou dançando uma música pop. Em seguida, Roberta Seabra deu show de equilíbrio e versatilidade com a espada.

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Dani, aluna do avançado, animou a todos com um baladi bem soltinho. Mostrou o que vem estudando e que tem talento para seguir encantando com a dança.

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Padma arrebentou em sua entrada energética com o véu. Depois, fez todos acompanharem sua dança com palmas.

9Para fechar as apresentações, Bety Vinil e seu lindo derbake.

10Depois do segundo bloco de shows, foi a hora de liberar o pop árabe para quem ama dançar! O UK ficou cheio de lindas bailarinas!

12Foi realmente uma festa única, inesquecível, que sinaliza, mais uma vez, o pioneirismo do AYUNY. Nunca havia acontecido uma festas dessas aqui e possivelmente esta seja uma as primeiras do país.

11É muito compensador ver que a música árabe é querida por tanta gente! No fim, ficamos super felizes com o resultado e já estamos animados para planejar outra!

13Felizes!

O uso de acessórios

abril 21, 2009

Como sabem, em nosso site fazemos, de temos em tempos, uma enquete diferente. Acabamos de encerrar a última sobre a preferência por acessórios (clique para ampliar):

enquete-21abr09O véu é disparado o acessório favorito das praticantes da dança, com 42% dos votos, seguido de pertinho pela espada (23%). Snujs e bastão ficaram pertinho na preferência das meninas, com aproximadamente 10%. O candelabro e o jarro, pobrezinhos, não levaram nenhum voto. Não são mesmo muito populares, talvez por serem menos divulgados.

Para ajudar a entender a utilização desses instrumentos na dança, segue uma pequena explanação sobre cada um.

Acessórios na Dança do Ventre

por Roberta Salgueiro

Véu

O véu foi introduzido na dança do ventre já no século XX, com a popularização dos palcos, para tornar a apresentação mais grandiosa e transmitir leveza. A metragem varia bastante, mas em média utiliza-se a envergadura da bailarina (a extensão dos braços abertos) com um pouquinho de sobra de cada lado como referência.

Profª Roberta Salgueiro

Profª Roberta Salgueiro

O véu é utilizado tradicionalmente nas entradas e, nas músicas clássicas, pode ser delicadamente dispensado ao fim da introdução. Pode ser utilizado também em músicas modernas e é contra-indicado somente no caso das músicas folclóricas. Atualmente há uma grande variação de véus, como o véu wings (variação do véu borboleta), que é atado ao pescoço e manejado com o auxílio de varetas, e o véu poi, que é utilizado como malabares, com intenso trabalho de punho. Clique aqui para ver uma belíssima apresentação da professora Padma com véu poi.

Espada

Também recente na história da dança, a espada não é utilizada como acessório cênico no mundo árabe, apenas no ocidente. O equilíbrio da espada confere mistério à apresentação e é um dos momentos mais esperados do show da bailarina, por ser uma dança muito bonita.

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Profª Roberta Seabra

Para essa dança, a bailarina utiliza uma espada criada especificamente para esse fim, sem fio e com ponto de equilíbrio. É um acessório que demanda controle e isolamento dos movimentos da dança. Como o véu, não há restrições musicais ao seu uso, excetuando-se as músicas folclóricas.

Snujs

Mais que um acessório, os snujs são um instrumento musical antiquíssimo. A bailarina, portanto, deve ter conhecimento de ritmo e musicalidade para acompanhar uma música com os snujs. Também chamados zagat ou zills, são utilizados nos dedões e dedos médios de cada mão, atados com um elástico. Amplamente presentes em shows no mundo árabe, podem ser manejados pela bailarina ou por um dos músicos.

Profª Iris

Profª Iris

Não há qualquer restrição musical ao seu uso, sendo possível dançar com eles músicas clássicas, folclóricas, modernas ou solos de percussão.

Bastão ou bengala

Instrumento folclórico, o bastão é utilizado em danças com o ritmo saidi (padrão: dum tak, dum dum, tak). Raqs al Assaya, a dança do bastão, é a tradução para o palco de uma arte marcial egípcia chamada tahtib, praticada pelos homens. Na dança, a bailarina deve mostrar destreza, equilíbrio e ritmo.

Profª Padma

Profª Padma

Deve ser utilizada especificamente com música folclórica saidi. Ainda que trechos de saidi possam aparecer na música clássica, raramente lançamos mão da bengala para interpretá-los.

Pandeiro (daff)

Como os snujs, o pandeiro é um instrumento musical. No entanto, seu uso na dança é mais estético: a bailarina não faz acompanhamento total da música, mas acentua alguns toques da base (ritmo) e emoldura os movimentos com o acessório. Ainda assim, a bailarina deve aprender a identificar as diferentes sonoridades extraídas do instrumento e conhecer os ritmos musicais para melhor utilizá-lo.

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Profª Carol Newman

Não há restrições musicais ao seu uso.

Punhal

Pouco popular, a dança com punhal é uma variação da dança com a espada. Como esta, também não é popular no mundo árabe, sendo conhecida somente no ocidente. Nesta dança, a bailarina mostra mistério e graça ao manejar o acessório. Pode ser dançada com todas as músicas, menos as folclóricas.

Taças

Variação do candelabro, a dança com tacinhas é uma criação ocidental. É uma dança geralmente executada com músicas lentas e suaves. A bailarina deve mostrar delicadeza e habilidade no manejo das taças, que desenham formas iluminadas no ar. O trabalho de braços é muito valorizado nessa dança. As taças podem também simplesmente iluminar outras partes do corpo enquanto estas executam ondulações, shimmies e batidas.

Profª Aini Najla

Profª Aini Najla

As tacinhas podem ser usadas com qualquer música, à excessão das folclóricas.

Candelabro

Dança tradicionalmente egípcia, era executada na procissão da noiva ao som do ritmo zaffe. O candelabro servia a fins práticos (iluminar o caminho até a nova casa) e simbólicos (trazer luz a toda a vida dos recém-casados). Transposta aos palcos, transforma-se em uma dança leve, misteriosa e delicada. Exige equilíbrio e destreza no isolamento dos movimentos, sempre muito suaves.

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Deve ser utilizado com taksim ou músicas clássicas lentas.

Jarro

Acessório utilizado em dança folclórica, também mais popular no ocidente. Pode ser dançado ao som de vários ritmos egípcios, como fallahi, saidi, maqsoum ou baladi. É uma representação da vida camponesa egípcia e uma celebração ao cotidiano simples das mulheres do campo. Sempre alegre, a dança com o jarro deve transmitir simplicidade. Os passinhos são sempre mais soltos e menos isolados do que na dança clássica. É usualmente dançada em grupo.

Estes são os acessórios mais populares da dança do ventre. Ao utilizá-los, devemos sempre lembrar que são chamados acessórios pela simples razão de serem complementares na dança, nunca principais. O acessório jamais deve chamar mais atenção do que a bailarina. A bailarina deve brincar com eles, utilizá-los para trazer graça à dança, jamais ocultar uma dança mal-estudada atrás de um véu, uma espada ou um bastão. Estudo, em se tratando de acessório, nunca é demais!

Novidades e atualizações

março 26, 2009

O Dia Internacional da Mulher no AYUNY foi ótimo! Veja as fotos e se prepare para nossos próximos eventos!

* * *

Filmamos algumas apresentações e colocamos em nosso canal do Youtube. Guarde o endereço em seus favoritos; haverá sempre coisa boa rolando por lá.

* * *

Prepare-se! Vem aí uma super festa árabe para agitar! Pode ir tirando os lencinhos de quadril da gaveta porque a noite será bellydance! Veja nossa agenda!

Muitos beijos!

Dia Internacional da Mulher

fevereiro 28, 2009

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O ano começou bem!

fevereiro 17, 2009

Em janeiro, tivemos dois intensivões no AYUNY. Um para iniciantes com a professora Roberta Salgueiro e outro, com a Carol Newmann, voltado para meninas de nível básico B e intermediário A. Foi um sucesso! As meninas saíram muito felizes, com novas técnicas para enriquecer suas danças!

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Com o sucesso do intensivão da Carol, criamos um programa de aulões que promete fazer sucesso ao longo do ano.

Chama-se “Estudo de Acessórios” e o objetivo é promover o estudo detalhado dos acessórios utilizados na dança do ventre.

Em fevereiro tivemos os aulões de daff (pandeiro) e baladi, bastão e saidi e de espada e melodias lentas.

Claro que apenas um aulão não é suficiente para explorarmos todas as possibilidades de um acessório como a espada, por exemplo. É um primeiro contato, para pegar as dicas essenciais e aprender movimentos criativos e harmoniosos.

Em abril já estão programados os aulões de snujs com a professora Iris. Aguarde!

Sucesso!

dezembro 12, 2008

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“Guerreira” foi um sucesso total!

Parabéns a todas!

Dança do Ventre e saúde

novembro 27, 2008

Olha que ótima notícia no portal da Globo:

Dança do ventre recupera auto-estima de pacientes com câncer de mama

Esta quinta-feira (27) é o Dia Nacional de Combate ao Câncer. Projeto em SP mostra que feminilidade é algo que vem de dentro.

Marília Juste Do G1, em São Paulo

Um projeto em São Paulo busca ensinar pacientes com câncer que tão importante quanto sobreviver à doença é sobreviver bem. Semanalmente, uma professora de dança do ventre recebe as alunas para ensinar muito mais do que passos ao som de música árabe. Ao lado de uma equipe de especialistas, o objetivo de Thatiane Menendez é mostrar que feminilidade e sensualidade vêm de dentro – de um lugar que o câncer não pode alcançar.

“O câncer me pegou de surpresa”, contou Márcia Giammarino ao G1. “Quando tive a retirada de parte do peito, comecei a me sentir menos mulher. Achava que jamais ia ter aquele físico que eu tinha. Coisas que só mulher pode sentir”, diz ela.

Foi pensando em mulheres como Márcia que Thatiane, professora de dança do ventre formada em fisioterapia, resolveu usar a música árabe para ajudar a recuperar a auto-estima de quem teve ou tem um tumor na mama. O projeto começou como seu trabalho de conclusão de curso da faculdade. Depois continuou, com o apoio do Instituto Paulista de Cancerologia. “Há um reencontro com o feminino na dança do ventre. E o câncer de mama mexe diretamente com o feminino”, conta a professora.

Foi o que aconteceu com Márcia, depois que seu cirurgião sugeriu que ela participasse do grupo. “Comecei a sentir mais o físico. Antes eu não me importava muito, não. Depois que você perde um pedacinho dele, você começa a falar ‘nossa, faz falta, né?’. Aí você tenta fazer o conjunto de novo. Começar a se sentir como pessoa, como mulher”, diz ela.

“A gente participa com outras colegas e vê que você não é a única no mundo, que um monte de gente passou por isso, está passando por isso. Estamos superando, estamos vivendo”, conta Márcia.

Para a colega Margareth Basso, o encontro é mais do que uma simples aula. “Não é nem uma dança, é terapia. Cada uma passou uma coisa, mas todo mundo tem aquilo em comum. É gostoso dividir essa experiência”, afirma. “Vale a pena, porque a vida vale a pena”, diz Margareth, que acredita que o câncer mudou sua maneira de encarar a vida. “Hoje eu tenho mais vontade de viver. Antes eu não dava muita importância a certas coisas que hoje eu dou. Como acordar bem. Se está chovendo, está ótimo. Hoje tudo é bonito”, acredita.

Terapia

Mesmo com tantos benefícios, o projeto enfrenta resistência de pacientes que têm vergonha de mostrar o corpo, segundo Thatiane. “Muitas delas perderam parte do seio, a maioria perdeu o cabelo, então elas se sentem desconfortáveis”, conta a professora. “E todo mundo pensa que a dança do ventre é só para quem é magra, para quem tem cabelo comprido, para quem é nova. E não é. A dança do ventre é para todas as mulheres. Só precisa ser mulher para fazer”, garante.

O trabalho é acompanhado de perto pela psicóloga Marília Zendron, que também realiza sessões de psicoterapia com as alunas. “O câncer de mama muda a auto-estima porque ele é sentido como uma mutilação. Nosso trabalho aqui é dar um novo significado para esse corpo”, explica ela.

Nesta quinta-feira (27), Dia Nacional de Combate ao Câncer, a psicóloga lembra que a luta contra a doença passa também pela qualidade de vida. E que, para alcançar isso, vale tanto a dança do ventre quanto qualquer coisa que faça a pessoa se sentir bem. “Você pode ver a doença de uma maneira que não é tão dolorosa assim. Ver que você tem vida também depois disso tudo”, afirma. “Busque o que você gosta de fazer, o prazer que você tem na vida. Exerça isso”, aconselha.”