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Estamos de volta!

janeiro 20, 2010

Depois de um loooongo período sem postar, estamos de volta para compartilhar novidades. E tem muita coisa pra contar!

Depois do Ahlam, fizemos mais um espetáculo, o Ankh. Os dois foram muito bonitos. Vejam algumas fotos (é só clicar para ver maior):

Ahlam - Fallahi

Ahlam - Liz Nunes

Ankh - Alunas Liz

Ankh - aluna da Roberta Seabra

Ankh - Mahmoud

Ankh - Iris

Tanta dança bonita… Mahmoud arrasou do derbake com Iris! Foi lindíssimo.

Agora, em 2010, fazemos 10 anos de dança. É uma década de dedicação à dança do ventre, trazendo novidades, ainda que de olho nas tradições.

Para começar bem o ano, um intensivo e uma mini-aula bem bacanas:

E pra abrir o ano com muita arte, um chá bem legal:

E uma promessa: a cada 15 dias um artigo interessante sobre a dança em nosso blog!

Feliz 2010!

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Nosso espetáculo: Ahlam

junho 8, 2009

Muita emoção na produção deste espetáculo!

O tema é o mundo dos sonhos: uma vezes tranqüilo e harmonioso, outras agitado, mas sempre rico em símbolos e imagens. Os sonhos podem rapidamente fugir de nossa memória, mas muitas vezes sonhamos lindas imagens que nos acompanharão por longo tempo…

Dia 27 de junho (sábado), às 20:00 no Teatro Ulysses Guimarães (UNIP).

Ingressos já disponíveis em nossa escola.

“De um sonho não se regressa de mãos vazias…”

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Hafla

maio 17, 2009

Imperdível!

haflafinal

Apresentações de Luana Caetano, Ana Luiza Amaral, Roberta Seabra, Padma, Carol Moura (avançado) e Daniela Caixeta (avançado). Amarrando tudo com o derbake poderoso de Bety Vinil!

O uso de acessórios

abril 21, 2009

Como sabem, em nosso site fazemos, de temos em tempos, uma enquete diferente. Acabamos de encerrar a última sobre a preferência por acessórios (clique para ampliar):

enquete-21abr09O véu é disparado o acessório favorito das praticantes da dança, com 42% dos votos, seguido de pertinho pela espada (23%). Snujs e bastão ficaram pertinho na preferência das meninas, com aproximadamente 10%. O candelabro e o jarro, pobrezinhos, não levaram nenhum voto. Não são mesmo muito populares, talvez por serem menos divulgados.

Para ajudar a entender a utilização desses instrumentos na dança, segue uma pequena explanação sobre cada um.

Acessórios na Dança do Ventre

por Roberta Salgueiro

Véu

O véu foi introduzido na dança do ventre já no século XX, com a popularização dos palcos, para tornar a apresentação mais grandiosa e transmitir leveza. A metragem varia bastante, mas em média utiliza-se a envergadura da bailarina (a extensão dos braços abertos) com um pouquinho de sobra de cada lado como referência.

Profª Roberta Salgueiro

Profª Roberta Salgueiro

O véu é utilizado tradicionalmente nas entradas e, nas músicas clássicas, pode ser delicadamente dispensado ao fim da introdução. Pode ser utilizado também em músicas modernas e é contra-indicado somente no caso das músicas folclóricas. Atualmente há uma grande variação de véus, como o véu wings (variação do véu borboleta), que é atado ao pescoço e manejado com o auxílio de varetas, e o véu poi, que é utilizado como malabares, com intenso trabalho de punho. Clique aqui para ver uma belíssima apresentação da professora Padma com véu poi.

Espada

Também recente na história da dança, a espada não é utilizada como acessório cênico no mundo árabe, apenas no ocidente. O equilíbrio da espada confere mistério à apresentação e é um dos momentos mais esperados do show da bailarina, por ser uma dança muito bonita.

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Profª Roberta Seabra

Para essa dança, a bailarina utiliza uma espada criada especificamente para esse fim, sem fio e com ponto de equilíbrio. É um acessório que demanda controle e isolamento dos movimentos da dança. Como o véu, não há restrições musicais ao seu uso, excetuando-se as músicas folclóricas.

Snujs

Mais que um acessório, os snujs são um instrumento musical antiquíssimo. A bailarina, portanto, deve ter conhecimento de ritmo e musicalidade para acompanhar uma música com os snujs. Também chamados zagat ou zills, são utilizados nos dedões e dedos médios de cada mão, atados com um elástico. Amplamente presentes em shows no mundo árabe, podem ser manejados pela bailarina ou por um dos músicos.

Profª Iris

Profª Iris

Não há qualquer restrição musical ao seu uso, sendo possível dançar com eles músicas clássicas, folclóricas, modernas ou solos de percussão.

Bastão ou bengala

Instrumento folclórico, o bastão é utilizado em danças com o ritmo saidi (padrão: dum tak, dum dum, tak). Raqs al Assaya, a dança do bastão, é a tradução para o palco de uma arte marcial egípcia chamada tahtib, praticada pelos homens. Na dança, a bailarina deve mostrar destreza, equilíbrio e ritmo.

Profª Padma

Profª Padma

Deve ser utilizada especificamente com música folclórica saidi. Ainda que trechos de saidi possam aparecer na música clássica, raramente lançamos mão da bengala para interpretá-los.

Pandeiro (daff)

Como os snujs, o pandeiro é um instrumento musical. No entanto, seu uso na dança é mais estético: a bailarina não faz acompanhamento total da música, mas acentua alguns toques da base (ritmo) e emoldura os movimentos com o acessório. Ainda assim, a bailarina deve aprender a identificar as diferentes sonoridades extraídas do instrumento e conhecer os ritmos musicais para melhor utilizá-lo.

carol-pandeiro

Profª Carol Newman

Não há restrições musicais ao seu uso.

Punhal

Pouco popular, a dança com punhal é uma variação da dança com a espada. Como esta, também não é popular no mundo árabe, sendo conhecida somente no ocidente. Nesta dança, a bailarina mostra mistério e graça ao manejar o acessório. Pode ser dançada com todas as músicas, menos as folclóricas.

Taças

Variação do candelabro, a dança com tacinhas é uma criação ocidental. É uma dança geralmente executada com músicas lentas e suaves. A bailarina deve mostrar delicadeza e habilidade no manejo das taças, que desenham formas iluminadas no ar. O trabalho de braços é muito valorizado nessa dança. As taças podem também simplesmente iluminar outras partes do corpo enquanto estas executam ondulações, shimmies e batidas.

Profª Aini Najla

Profª Aini Najla

As tacinhas podem ser usadas com qualquer música, à excessão das folclóricas.

Candelabro

Dança tradicionalmente egípcia, era executada na procissão da noiva ao som do ritmo zaffe. O candelabro servia a fins práticos (iluminar o caminho até a nova casa) e simbólicos (trazer luz a toda a vida dos recém-casados). Transposta aos palcos, transforma-se em uma dança leve, misteriosa e delicada. Exige equilíbrio e destreza no isolamento dos movimentos, sempre muito suaves.

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Deve ser utilizado com taksim ou músicas clássicas lentas.

Jarro

Acessório utilizado em dança folclórica, também mais popular no ocidente. Pode ser dançado ao som de vários ritmos egípcios, como fallahi, saidi, maqsoum ou baladi. É uma representação da vida camponesa egípcia e uma celebração ao cotidiano simples das mulheres do campo. Sempre alegre, a dança com o jarro deve transmitir simplicidade. Os passinhos são sempre mais soltos e menos isolados do que na dança clássica. É usualmente dançada em grupo.

Estes são os acessórios mais populares da dança do ventre. Ao utilizá-los, devemos sempre lembrar que são chamados acessórios pela simples razão de serem complementares na dança, nunca principais. O acessório jamais deve chamar mais atenção do que a bailarina. A bailarina deve brincar com eles, utilizá-los para trazer graça à dança, jamais ocultar uma dança mal-estudada atrás de um véu, uma espada ou um bastão. Estudo, em se tratando de acessório, nunca é demais!

Oficinas de Inverno – primeira semana

julho 3, 2008

Nessa série de pequenos artigos, darei, semana a semana, novas informações sobre nossos workshops de inverno. Os temas foram todos escolhidos cuidadosamente para ajudar a estudante de dança do ventre a sanar dúvidas freqüentes.

As duas primeiras oficinas são sobre composição coreográfica e musicalidade, como veremos:

Oficina 1: Os ritmos folclóricos e a música clássica: Khaligi, Saidi e Ayubi.

Data: Sábado, 05 de julho, das 15:00 às 18:00

Sabe quando você está lá toda feliz dançando uma linda música árabe e, do nada, surge um ritmo bem diferente? Pois é. A música árabe para dança que normalmente chamamos de “clássica” tem como característica a grande variação rítmica. A música muda de humor a cada trecho. E quando não sabemos como interpretar certos ritmos, a gente acaba mudando de humor também! ^_^

Muitas vezes não sabemos bem o que fazer, mesmo já tendo feito aula de saidi (com ou sem bastão) ou de khaligi (normalmente com bata). Acabamos fazendo movimentos estereotipados e, dentro de uma música refinada, ao ouvir o tradicional “Dum Tak, Dum Dum, tak” do saidi, desatamos a pular. Seria a única opção? Ou dá para soar folclórica sem parecer que mudamos de música? Quando surge o Ayubi, temos que sacudir os cabelos? E como é que se diferencia Ayubi de Khaligi, já que ambos os ritmos têm 2 “Dum” próximos e a resposta coreográfica comum é tão parecida (os movimentos de cabeça e cabelo)?

Essas questões serão abordadas nessa oficina comandada pela delicadíssima professora Andréia Paula. Além de analisar os ritmos e sugerir movimentos, a proposta é ajudar a aluna a encontrar suas próprias respostas para as dúvidas coreográficas.

O workshop é recomendado para estudantes de todos os níveis.

Oficina 2: Técnicas de dança contemporânea para dança do ventre I: Espacialidade, Trajetórias e Improvisação.

Data: Domingo, 06 de julho, das 15:00 às 18:00.

Aqui, contamos com o apoio de outra dança para nos ajudar a crescer na dança do ventre. Acredito que muitas professoras de dança do ventre e alunas que querem construir suas próprias coreografias têm muito a ganhar ao compreender esses conceitos dominados pela dança contemporânea e primários em nossa própria dança.

O aproveitamento do espaço é essencial para uma coreografia de impacto – é um dos elementos que capturam o público. Como reconhecer seu espaço cênico, como planejar seu caminho por ele e como improvisar são as questões a serem trabalhadas nesse workshop.

O improviso, por sinal, é o tema mais negligenciado na dança do ventre e sabemos que esta é uma dança que, em sua história, caracteriza-se pela improvisação.

A responsável por esta oficina é a professora Sabrina Faria, formada pela prestigiosa escola Angel Viana (RJ).

E aí? Tá chegando a hora. Vamos estudar?

Se tem dúvidas, fale com a gente: 3340 4291 e 8173 6317.

Oficinas de inverno

junho 27, 2008

Tem coisa melhor do que aproveitar o clima de férias para dançar?

O Ayuny oferece cursos de alto nível em temas essenciais para a formação da bailarina oriental:

Conteúdo elaborado com responsabilidade por profissionais qualificadas.

Todas as aulas acontecem das 15:00 às 18:00 – três horas de duração. Cursos com certificado assinado pela equipe AYUNY.

Confira a programação:

05 (sábado) – Os ritmos folclóricos e a música clássica: Saidi, Khaligi e Ayubi.
Professora: Andréia Paula

06 (domingo) – Técnicas de dança contemporânea para dança do ventre I: Espacialidade, trajetórias e improvisação.
Professora: Sabrina Faria

12 (sábado) – Baladi e Shaabi: como reconhecer e dançar os dois estilos de dança popular egípcia.
Professora: Roberta Salgueiro

13 (domingo) – Técnicas de dança contemporânea para dança do ventre II: Cambrés, giros e posturas.
Professora: Sabrina Faria

19 (sábado) – Construção de coreografia: como dosar seus movimentos com o ritmo, a melodia e a harmonia da música árabe.
Professora: Roberta Salgueiro

20 (domingo) – Taksim: como dançar ritmos e movimentos lentos equilibrando sensualidade e elegância.
Professora: Ana Luiza Amaral

26 (sábado) – Véu: giros e deslocamentos dentro da música clássica
Professora: Roberta Seabra

27 (domingo) – Técnicas de quadril para solo de percusão: tremidos, marcações inovadoras, breaks e deslocamentos
Professora: Aisha Dincer

Investimento:
Valor unitário: R$ 80,00
Dois cursos: R$ 140,00 (divide-se em 2 vezes, se pago com antecedência)
Três cursos: R$ 180,00 (divide-se em 2 vezes, se pago com antecedência)

Estude com nossas profissionais. Tradição não tem preço.

Mais informações: 8173 6317 – 3340 4291
CLN 305 Bloco B subsolo – asa norte
www.ayuny.com.br
ayunyestudio@gmail.com